quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Viagem...

Como queria fazer as malas e sair por ai, sem destino, sem medo de ser livre, ter saudades do que deixei para trás e mesmo assim não desisti, visita lugares lindos, esquecer vendo o pôr-do-sol ou até mesmo um arco-íris sendo projetado no céu, chega no fim do horizonte e e derramar lagrimas ao lembrar dos amigos, escrever poesias e canções, achar um canto só meu e contemplar o que o Deus divino fez pra mim, ter vagas lembranças na mente, e lembrar do abraço de alguém que não sai do meu coração, ter uma aventura louca e mesmo assim ainda ser eu, tentar conhecer os mistérios do mundo mesmo sabendo que nunca vou conseguir mais mesmo assim tentar, escrever uma carta e jogá-la no mar pra ver se meus sonhos  se realizam, senti uma leve brisa no meu rosto e tentar entender de onde vem e pra onde vai toda aquela água que desce da cachoeira, tentar entender meus  próprios conceitos, meus defeitos, e saber se realmente tenho alguma virtude, tentar ser alguém melhor, tentar me encontrar de alguma forma, conhecer os cantos dos pássaros e cantar com eles as mais belas canções... e ai voltaria e teria conhecido muitas coisas, teria aprendido ser alguém melhor, reveria os amigos, choraria de alegria ao abraçá-los e diria que tive saudades, contaria historias e falaria de lugares lindos que um dia eles precisam conhecer, ai eu ficaria velho sabendo que é da maneira certa q estou envelhecendo, então iria embora de uma vez por todas mais deixaria plantada uma bela semente e seria lembrado como uma estrela que não existe mais, mas que seu brilho ainda reflete nos olhos de quem a admira...

Sérggio Hobert

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